Ultimamente ando pensando, falando, lendo muito sobre missões. Na verdade o trabalho missionário sempre me chamou muito a atenção. Ontem à noite, ao ter meu tempo com Deus, li uma revistinha do Missão Portas Abertas onde traz alguns testemunhos de cristãos perseguidos na África. A gente sente compaixão. A gente se sente grato por viver em um país onde - ainda - há liberdade para falar do amor de Deus. A gente se sente tão pequeno no Reino, porque enquanto uns sofrem a rejeição da família por se converter ao cristianismo, sofrem tortura física (uma jovem de 17 anos foi acorrentada a uma árvore durante o dia e à noite era trancada num quarto escuro POR SUA PRÓPRIA FAMÍLIA...ela se negou a abandonar a fé) e psicológica, postamos frases, textos mensagens que declaram nossa fé no Cristo, no Facebook, uma rede social totalmente pública. A gente sente vontade de orar por estas pessoas que estão sendo perseguidas. Aí a gente ora um dia, outro, talvez mais um, e depois esquece. Mas as torturas não param. Elas aumentam. E a gente? Ah, a gente tá preocupado em clamar pela nossa vida sentimental, financeira, material...
Quantas canções, entoadas por milhares e milhares de pessoas, que na letra pede-se para que Deus nos "use": aonde Ele quiser, como Ele desejar, como um farol que brilha a noite, como ponte sobre as águas. Seria esse, realmente, o desejo do nosso coração? Quanta hipocrisia. Canta-se isso, mas investir em missões, ao menos orando, quem quer?
Jesus está voltando! Tem gente precisando da minha e da tua oração. Hoje tu é livre pra buscar a Deus, mas e amanhã? A perseguição religiosa já começou no Brasil.
Busque ao Senhor enquanto se pode achá-Lo!
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